As gafes do imperador Michel Temer

Michel Temer se torna aos poucos um estadista bastante popular. Graças aos foras que dá. Se há uma intenção de se usar esse recurso para não sair dos comentários surgidos em todos os meios de discussão e repercussão ele está conseguindo. Resta saber o que ele pretende fazer quando a popularidade excessiva estiver solidificada. Tá mais para se esperar de se ver um palhaço no governo. Mas um palhaço com ar de sério. Sério como deve ser os entes da ordem que faz parte. Ou seja: palhaço falsificado. Falsidade ideológica ou coisa assim.

Vou listar algumas das gafes ou trapalhadas ocasionadas ou recepcionadas pelo estadista que subiu ao posto de presidente do Brasil devido a um golpe de estado veiculado pela burguesia brasileira, grupos estrangeiros, a grande mídia do Brasil – o PIG, que é liderado pela TV Globo, e mais os políticos e partidos de direita.

  • O “Fora Temer” emplacou e alavancou uma oposição ao Governo Temer capaz de destruí-lo e por a baixo todo o golpe e seus respectivos golpistas. O marqueteiro de Temer tentou, então, emplacar um reacionário “Bora, Temer” para virar o jogo, mas, se esqueceu ele de que quem sabe fazer cair lemas que tentam tornar simpatizantes ao povo políticos ordinários que o traiu é a esquerda, logo, o “Bora Temer” foi um fiasco. Um fora mesmo!
  • Na China, um empresário chinês que recebeu a visita de Michel Temer achou que o brado que explica para o mundo que o presidente do Brasil é indesejado pela população e à grande mídia brasileira que ela não engana mais o brasileiro, “Fora Temer”, fosse o nome do presidente em ocupação e o chamou de Mr. Fora Temer durante uma conferência.
  • Passado o fora vivido na China, o marqueteiro de Temer resolveu novamente tentar melhorar a imagem de seu cliente, criando para ele um novo bordão, que ele pensava ser vencedor: “Fora ladrões”. O feitiço virou-se contra o feiticeiro porque, como sempre, esquerdista é mais criativo e aí os ladrões do bordão ficou entendido para massa que se trata da corte presidencial que hoje habita o Congresso Nacional.

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  • Daí veio a nova foto do perfil de certa rede social que o presidente em ocupação é cadastrado. Na própria o presidente, sempre a se dirigir à ordem para a qual preside, a maçonaria, saúda o ar fresco que ele respira, com a bandeira do Brasil ao fundo, usando um gesto maçônico feito com a mão. A massa associou à saudação predileta dos nazistas quando louvavam seu deus, Adolf Hitler, dizendo “Heil, Hitler”.
  • E a última, fresquinha essa, o populista se compara ao imperador Carlos Magno, que ele disse ter recebido informações à respeito ao ler o livro “Carlos Magno e os doze cavaleiros da Távola Redonda”. Não seria Rei Arthur? Pode até ser que ele tenha razão, que lá dentro da ordem que ele faz parte se sabe a história verdadeira sobre a lenda de Arthur e quem foi Arthur, se ele existiu ou não. Mas, para quem quer fazer-se popular junto à massa, é necessário jogar com o que o povo conhece. Leia essa clicando no link.

No livro “Os meninos da Rua Albatroz” há críticas a estadistas que buscam o populacho para receber aprovação da população e referências implícitas à lenda de Arthur.

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