Que enfiem o petróleo no c…

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IMAGEM: Kikacastro

Vamos entender o que é a crise na Venezuela que estão repercutindo à revelia na grande mídia brasileira enquanto você perdoa os deslizes do Flávio Bolsonaro e não vê a Reforma da Previdência ser aprovada.

O país é o que mais reserva de petróleo tem no mundo. Isto faz com que as grandes petroleiras, através do Governo dos Estados Unidos, se interessem em controlar o país, que consideram se tratar de um povo muchacho, negro, cultura inferior e que não merece ser dono da principal riqueza da Atualidade.

Desde Hugo Chavez, o povo venezuelano vem brilhantemente mostrando ao mundo que não vai ceder sua riqueza e nem se deixar ser escravizado pelos larápios imperialistas yankees. E a ferro e fogo defende seu território, sua soberania e seu orgulho da avareza e soberba norte-americana.

Então, os imperialistas elegeram um fantoche como presidente da república venezuelana, forçaram o reconhecimento rápido dessa presidência ilegítima, que nem fizeram no Brasil com Michel Temer, e forjaram uma crise interna no país, se valendo principalmente de embargos econômicos, para derrubar o governo não aliado do chavista Nícolas Maduro.

E com a ajuda da grande mídia mundial, cunharam uma imagem para ser vendida da Venezuela, a qual sugere ao incauto que acredita em trabalho de pseudosjornalistas haver na nação extrema pobreza e necessidade financeira e filantrópica. Que nem por anos e anos fizeram com Cuba.

Com essa imagem falsa ou forjada, os escravocratas imperialistas tentam arrancar, na base da comoção imbecil, adeptos à sua obscura luta. E a gente tá vendo que eles são bons estrategistas e marqueteiros e conseguem o que querem. Logo logo, com a ajuda dos comovidos altruístas, capachos dos Estados Unidos, viventes do mundo todo, os magnatas do petróleo vão pondo a mão no tesouro da Venezuela.

E aí, com o golpe se sucedendo, essa ajuda some, junto com a crise forjada. E a imagem da Venezuela, num estalo de dedos, mudará para outra, parecida com a de Porto Rico, posto avançado yankee. Mais tarde: para uma Cuba de Fulgêncio Batista. Uma Nicarágua de Anastasio Somoza. Um Chile de Pinoquet. Uma Argentina de Péron. Um Brasil de Castelo Branco a João Figueiredo. E todas aquelas ditaduras rendidas aos Estados Unidos que a história da América Latina nos conta.

História que Jair Bolsonaro, pai e educador de Flávio Bolsonaro, quer tirar das escolas não é por acaso. Afinal, os mesmos truques usados pela CIA para instalar aquelas ditaduras estão em uso nos países onde os EUA instalaram presidentes fantoches e estão de olho em seu território e riquezas.

E não é à toa também que a pedagogia de Paulo Freire – que ensina a raciocinar e a entender armações de grandes engenheiros sociais – é jogada para escanteio ao comando de um ministro colombiano que acha que o importante pra educação é o aluno cantar o Hino Nacional Brasileiro antes de entrar pra sala de aula.

É como versou em música o Renato Russo: “depois de vinte anos na escola, não é difícil entender todas as manhas do seu jogo sujo“. Pra que correr o risco de ver a estrofe se completar com “Não é assim que tem que ser. Vamos fazer nosso dever de casa e aí então vocês vão ver suas crianças derrubando reis e fazer comédias no cinema com as suas leis“?

Se não tivesse funcionado no Brasil a prisão do Lula e a consequente eleição do representante yankee para a Presidência da República, uma hora dessas era para cá que estaria vindo a ajuda humanitária junto com solidariedade vagabunda que parte de cada coração manipulado pelos globalistas mercenários. E o petróleo a ser assaltado receberia a companhia do nióbio, do grafeno, da selva amazônica… Coisa que já é rotina por aqui porque o grosso da população não tem consciência política e é presa fácil para as trapaças da grande mídia e dos políticos.

E todas essas notícias golpistas que a Rede Globo, principalmente, injeta na sociedade local, achando que é todo mundo que tá acreditando no que seus pseudojornalistas e âncoras idiotas vomitam e defecam, se refeririam a um país que se situa no coração da América, em um ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico. Cujo povo atende ao gentílico brasileiro.

Eu não contribuo com esses golpistas. Quero mais é que os Estados Unidos se fodam. E o governo brasileiro também. Idem a Rede Globo. Que enfiem o petróleo no c…

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