A Idéia: Capítulo 5

O livro Os meninos da Rua Albatroz mostra que já nos anos 1970 o homem precisava reduzir o contingente de humanos no globo terrestre. Havia mais pessoas vivendo no bloco comunista, que pratica menos consumismo, mas mesmo nesse regime a necessidade de gerir a quantidade de pessoas no planeta era imprescindível. O “crescei e multiplicai” da Bíblia e o “Há espaço para todos” que pregam os otimistas não são verdades compatíveis com o que as sociedades se transformaram.

Desde a Antiguidade o homem busca por meio de guerras resolver seus problemas. As alegações vão da disputa por território à motivos ideológicos, com mais ênfase na religião.

As guerras atuais, ocorridas do Século XX pra diante, mesmo que se justificadas de outra forma, os conflitos entre nações e as ações terroristas tiveram motivos ideológicos políticos. Necessariamente conter o avanço do Socialismo e afirmar a hegemonia do Capitalismo como sistema ideal para as pessoas desfrutarem do planeta.

Disfarçadamente, usam os conflitos para matar mais um coelho com a mesma cajadada: causar mortandade. O que contribui com a afirmação do Capitalismo, que precisa reduzir pessoas do orbe terrestre para dar conta de satisfazer seus processos e conseguir cumprir com a promessa de sistema ideal.

Essa é uma alegação julgada como teoria vaga, mas, a analisar eventos nas próprias guerras, cheias de contundência. Basta verificar, por exemplo, que os soldados que vão para o front serem vitimados saem dos antros mais miseráveis das nações em atrito. Quando bombas ou outro tipo de morteiro caem sobre civis, acontece de isso se dar em regiões pobres bem populadas. Os condomínios fechados, bairros de luxos, distritos industriais e conglomerados empresariais fora do centro das cidades são geralmente estrategicamente evitados. Como se houvesse um pacto entre os inimigos de não agressão às pessoas influentes e seu patrimônio.

Devido à desconfiança impulsionada pelos conspiracionistas, que recebe menção de historiadores, antropólogos e cientistas políticos, usar a guerra com intuito de provocar matança não é mais viável. Entra em cena, então, outro produto típico de ser chamado de teoria conspiratória: as armas climáticas.

Por si só, catástrofes climáticas levam para o além muitas vidas. Porém, como prever quando um bendito acaso desses irá acontecer de modo favorável às necessidades do Capital? Que tal, então, provocá-los? E quem pode ser culpado de uma tragédia aparentemente natural que não a natureza? Apontem rifles para Deus!

Com essas premissas, muitos críticos do Capitalismo acusam governos de desenvolverem maquinário bélico capaz de provocar desgelo em áreas congeladas, como os polos do planeta, o que causaria tsunamis, maremotos, furacões, terremotos e outros cataclismos.

O experimento mais alvejado é o projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), o projeto militar dos Estados Unidos que pode ser uma arma geofísica, situado no Alaska. A tsunami que arrasou a Ásia em 2004 e o terremoto que abalou o Haiti em 2009 sofrem acusações de céticos de terem sido provocados pela mão do homem. Suspeitas de controle do clima para atingir propósitos existem desde o episódio de 1963, quando o furacão Flora arrasou Cuba.

Bombardeio de núvens com sal de cozinha e iodeto de prata para ocasionar precipitação, método criado em 1940 pelo brasileiro Frederico de Marco, esteve em uso na Segunda Guerra Mundial e pode estar por trás das grandes cheias e inundações por excesso de chuvas que temos visto os jornais noticiarem nos últimos anos.

E o oposto também pode muito bem receber acusação de secas manipuladas. As regiões que mais sofrem com tempo quente e ausência de chuvas estão na África. No Brasil, algo semelhante ocorre no Nordeste.

Epidemias falsas ou produzidas são outros meios de eliminar pessoas. Ninguém acha estranho que elas sempre surjam em regiões pobres e populosas, por vezes habitadas por descendentes de etnias discriminadas principalmente pelo homem branco, costumeiramente a África é o palco, e, supostamente, se alastram pelo mundo, afetando populações de mesmo perfil, mesmo que na Europa.

Além das mortes que os supostos vírus e bactérias causariam, o produto usado para concluir a tática de arranque de adesão — problema, reação, solução —, a vacina, serve muito bem para saldar duas contas: alterar hormonalmente os vacinados, os tornando inférteis, debilitados para a gestação — que faculta abortos, natimortos, nascimento de malformados ou bebês com algum tipo de doença neurodegenerativa, como a microcefalia, ou com inaptidão cognitiva, como a síndrome de Down — e ainda encher os cofres da indústria médico-farmacêutica. A mídia metendo medo nas pessoas com notícias enganosas sobre epidemias forçam as próprias a obrigarem os governos a destinarem boas somas de dinheiro para compra de vacina. O que é o plano. Nessa estratégia ganham também os veículos de comunicação parceiros.

E um pacote de eventos típicos de serem noticiados pela imprensa corporativa nos dias atuais são passíveis de suspeição de não passarem de truques pró redução populacional.

Crescimento de portadores e vítimas mortais de doenças como o câncer, Alzheimer e diabetes. Fato que geralmente levam para o túmulo idosos recém chegados aos 70 anos, o que ajuda bastante o sistema previdenciário, que não precisará preocupar com a quantidade de tempo a sustentar aposentados.

O crescimento do tabagismo, do alcoolismo e do uso de drogas garantem que fumantes e drogados tenham vida curta, mas não sem deixar de colaborar com a manutenção do braço do capitalismo que abrange a indústria de cigarros e bebidas e o narcotráfico.

As queimadas criminosas que comprometem a vegetação e tornam áridas regiões aos arredores das grandes cidades trazem a seca, o ar se torna impuro, o que favorece doenças respiratórias, e se dá o êxodo da região, ficando para trás territórios para a especulação imobiliária.

Os incidentes com elementos radioativos, como o de Chernobil, em 1986 na União Soviética, e a exposição em massa ao Césio-137 ocorrido em Goiânia, Brasil, em 1987, ainda carregam para o futuro indivíduos incapazes de procriar. Assim como o Agente Laranja jogado criminosamente pelos Estados Unidos nas florestas do Vietnã em decorrência de guerra que o país não era capaz de se sobrepor ao oponente na selva.

Ataques de grupos terroristas, além de jogar a opinião pública contra certos ofensores do Capitalismo, também eliminam pessoas. Grupos que recebem investimento até daqueles que vão à TV se mostrarem repudiados com suas incursões.

Genocídios, como o ocorrido em Ruanda em 1994, que em cem dias levou mais de um milhão de vidas, nem se precisa avaliar a contribuição dada para o processo de redução populacional e deserção de áreas. Qual episódio, a negligência supostamente cadenciada da ONU teria promovido o caos entre as duas tribos locais, donas legítimas do espaço pretendido pela Bélgica para exploração turística e assentamento de habitantes emergentes economicamente do país de pequena extensão. À machadadas a maioria hutu dizimou a etnia tutsi, sem se dar conta de que o fazia manipulada pelos interesses do Capital.

Os acidentes aéreos, como as quedas e sumiços de aviões que tem se tornado comum ser reportado em noticiários de todo tipo de mídia; desastres de automóveis; naufrágios de navios; tragédias sociais de toda sorte — maníacos franco-atiradores que vitimam crianças em escolas e jovens dentro de cinemas ou de bares, incêndios em boates, desabamentos de minas que soterram mineiros — ; crimes em séries ou ondas de crimes; rebeliões em presídios, que cuidam de se livrar de fascínoras que dão despesas para o Estado e forçam a opinião pública a aceitar a privatização das casas de detenção, que acabam por se transformar em negócio lucrativo para novos empreendedores empregar dinheiro, devido à ocasião de mão-de–obra quase gratuita; chacinas promovidas por psicopatas mentalmente afetados à distância devido à exposição à mídia; morticínio por motivo supostamente religioso, como o protagonizado por Jim Jones; infecções hospitalares em massa; massacres de animais; acidentes ecológicos; caçadas e pesca predatória.

Por mais indubitável que seja que esses acontecimentos tenham ocorrido naturalmente, não se pode negar que todos eles prestaram boa contribuição para os objetivos do Capital em matéria de redução de populações e têm grande potencial para se desconfiar de terem sido geridos. Mas, o grande trunfo das autoridades capitalistas para viabilizar crescimento vegetativo baixo reside na manobra da sexualidade.

Há quem diga que a AIDS é uma doença desenvolvida em laboratório. Cientistas teriam modificado geneticamente o vírus do herpes. Em um primeiro momento suspeitou-se que desejavam moralizar a sociedade, atribuindo a doença ao meio homossexual e consumidor de drogas injetáveis. O grande plano por trás da Aids, entretanto, é evitar nascimentos. Nenhum método contraceptivo é mais funcional do que o preservativo. Obrigar as pessoas a usarem o produto, não só favorece o lucro com a venda do próprio para os governos, que cuidam também da distribuição gratuíta, como também favorece a inibição do contato do espermatozóide com o óvulo no coito entre heterossexuais.

Mas, a camisinha tem suas probabilidades de incidentes. Logo, investir em infertilização pode ser uma tática mais objetiva. Por isso, além das vacinas, enfiam agentes infertilizantes na comida e na água para que as pessoas médias consumam. Investem em leis que permitem sem stress o aborto para que ignorantes não insistam em barrigadas comprometidas. Flexibilizam a moral para que gestantes oriundas de estupros se convençam de evitar o parimento. Essa flexibilização atua também na aceitação e preferência das mulheres pelo coito anal. Sugestões e mais sugestões do culto à bunda dadas pelas escolas de samba nos sambódromos e pelos filmes pornôs na própria TV aberta são enfiadas nas cabeças de homens e mulheres.

O sexo solitário, que é a masturbação, é incentivado. Para angariar adeptos vorazes: sexo virtual em voga. Noutras épocas, revistas e filmes pornográficos ditavam a inspiração. E era restrito aos homens. Hoje, mesmo as mulheres se esbaldam no onanismo em frente a webcams. Voyeur, strip tease e nude são palavras que agora fazem parte da Língua Portuguesa.

A internet tornou-se um grande motel e prostíbulo. É permitido nela até a pedofilia. Autoridade nenhuma mexe nesse esquema, pois, dele não sai gravidez indesejada e, pior, não planejada. Alegam “enquanto não há toque de adultos em crianças não há abuso“. Seria quase um argumento bem dado, se para aparecer para os marmanjos os pré-adolescentes não tivesse que existir antes uma sessão de fotos ou de filmagens não consentida ou consentida ilegalmente.

A educação sexual iniciando ainda na infância, impondo na cabeça das crianças a ideologia de gênero, é para os engenheiros sociais que trabalham para o Capital um caminho promissor no campo da gestão do sexo. Meninos preferindo acasalar-se com meninos e vice-versa na obtenção do prazer sexual e de companheirismo. A homossexualidade é a sexualidade que os donos da humanidade enxergam como solução para evitar natalidade. É por isso que muito investem em notícias focadas no assunto, holofotam homossexuais para que incautos os idolatrem e inspirem suas vidas sexuais conforme a matrix que eles profundem. Lançam produtos e manias afins para as pessoas se identificarem como gays e se insinuarem umas para as outras. A droga, as baladas, a moda e a tecnologia são as instituições mais proeminentes a cuidar da tarefa de viabilizar essa corrupção mental.

Nas prateleiras dos supermercados vão embalados alteradores hormonais na forma de bebidas e comestíveis que predispõem geneticamente os consumidores à masculinização e à feminização. A mídia, se valendo de personalidades que ela própria cria e de programas de grande apelo popular, principalmente os reality shows, prepara o ideológico daqueles que se expõem a ela. Quem denuncia esse esquema, como o Dr. Lair Ribeiro, e atrapalha as adesões sofre rechaçamento de imagem e ameaça de perda de credencial de medicina. Quiçá da liberdade. É muito fácil a mídia jogar o público contra alguém quando ela faz esse público pensar que esse alguém é contra aquilo que se está gostando.

Todo um complô político, empresarial e judiciário se envereda em defender o interesse maior, o do Capital. Fazem de politicamente correto o ato de rejeitar o que chamam de homofobia. Até ultrapassam os limites das leis da natureza e da Constituição Nacional para transformar a não adesão aos atos libertinos gays em crime. Incriminam e transformam em criminosos quem oferece resistência à implantação gerencial do homossexualismo como estilo padrão de vida.

Aqui fechamos o tópico “redução populacional” na nossa série. Há de se dizer que a Idéia coloca toda essa corrupção do ser humano dentro de um saco. Algumas dessas estratégias recebem acusação de beneficiarem o ideal marxista. Apelidaram de marxismo cultural.

Se a Idéia fosse adotada, todo o mundo viveria no capitalismo ou quem sabe num outro regime que agradaria aos capitalistas, de modo que o marxismo ideológico não teria espaço na vida dos viventes do regime.

Judeus norteamericanos não teriam, conforme os conspiracionistas, jogado aviões cheios de bombas contra seu próprio patrimônio, o complexo de edifícios World Trade Center, a fim de operar falsa bandeira para pôr o mundo condescendente com a invasão dos Estados Unidos ao Afeganistão e Iraque sob a alegação de capturar inimigos declarados com provas sem subståncia como responsáveis pelo atentado. Um deles o criador da proeminente organização terrorista al-Qaeda, Osama Bin Laden, e o outro um dos políticos do mundo árabe, dado ao Socialismo e com grande eloquência, que mais pisavam no calo do Tio Sam por causa da sua inteligência e habilidade como estadista e comandante de negócios diplomáticos, Saddam Russein. Nas entrelinhas das caçadas se encontrava o objetivo de apropriação das riquezas dos dois países, como o petróleo, escravizar suas respectivas populações e roubar material de sítios arqueológicos da antiga Pérsia, dos quais descobertas vêm ameaçando a manutenção de farsas herdadas pela posteridade a ponto de causar prisões de mentes e dominação de povos, dentre elas a origem e verdadeira faceta do Cristianismo.

Fenômenos como o das recentes emigrações, como as que envolveram a Síria recentemente, também não existiriam. Ninguém precisaria sair do seu país por faltar-lhe condições de vida e ninguém precisaria invadir países, sob qualquer pretexto, falso ou verdadeiro, para roubar as riquezas dos outros ou tomar-lhes o território, expulsando os locais.

Muito do controle atacado nesse capítulo são métodos desonestos de manipulação de massas e introspecção e manutenção de negócios. Negócios desonestos chega a ser a mola propulsora da sociedade moderna. Chega a podermos dizer que formou-se uma egrégora que absorve todos nós e faz com que de alguma forma todos sejamos desonestos. Mas, mais uma vez, a Idéia pode mudar isso. É o que veremos nos próximos capítulos.

Nunca perca essas postagens!

CONS QUE RU Ê

A Idéia – Introdução
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4

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